Mudar rapidamente o que precisa ser mudado.O blog que pulsa. Deveria chamá-lo de "Coração Selvagem", mas não gosto de definições, conceitos, limitações. Ele é mais que isso, vai além, aqui gaguejo com as mãos, invento palavras pra dizer o que sinto. Os sentimentos dramatizam essa história,o fato é a vida. Sou aprendiz e isso me põe exatamente onde deveria estar. A caminho. Hoje estou mutante, renovando, quebrando paradigmas, buscando o equilíbrio da vida.
quarta-feira, outubro 5
Bom dia!!! Voltando com tudo!
Sempre acordo sentindo falta de algo. Algo de comer, tocar, sentir.
Sou traquina. Odeio a inércia. Mesmo em silêncio estou em movimento.
eletrica por excelência.
quarta-feira, junho 22
Petrolina: Viva São João
Bem, lá vamos nós iniciar mais um período de alienação. Uma diversão mascarada onde a política se faz presente alimentando seus cidadãos com entretenimento que foge ao sentido real.
Sou nascida e criada nessa cidade luz chamada Petrolina, aqui estudei,acompanhei seu crescimento e sua busca natural pelo ascenção. migrei pra Campina Grande em busca de melhores estudos, aqui não havia comunicação social, quando retornei encontrei uma cidade ainda mais crescida, e numa velocidade imcomum, mas a que ou a quem atribuir tantas mudanças?
O senso comum nos levaria ao campo político, homens públicos que trabalhariam para a ordem e progresso da região. Região graças a natureza... abençoada pelo Rio São Francisco, o mesmo polêmico da transposição. Uma cidade ribeirinha, cheia de uma cultura singular, O senso comum nos levaria a uma argumentação simplória, equivocada, em partes.
Hoje, a cidade está em festa, Festa popular, junina, Santo Antônio, São João e São Pedro usados, explorados comercialmente, politicamente... O escracho mais absurdo que se banalizou. Vende-se fé, comercializa-se voto, o povo vive o pão e circo, na festa que acoberta segundas intenções. Um filme que se repete aqui, ali, acolá, nos lugares mais simples, mais desenvolvidos, política vil e traiçoeira, ridiculamente primitiva. E pensar que estamos melhores que antes. E viva "SÃO JOÃO"!
Sou nascida e criada nessa cidade luz chamada Petrolina, aqui estudei,acompanhei seu crescimento e sua busca natural pelo ascenção. migrei pra Campina Grande em busca de melhores estudos, aqui não havia comunicação social, quando retornei encontrei uma cidade ainda mais crescida, e numa velocidade imcomum, mas a que ou a quem atribuir tantas mudanças?
O senso comum nos levaria ao campo político, homens públicos que trabalhariam para a ordem e progresso da região. Região graças a natureza... abençoada pelo Rio São Francisco, o mesmo polêmico da transposição. Uma cidade ribeirinha, cheia de uma cultura singular, O senso comum nos levaria a uma argumentação simplória, equivocada, em partes.
Hoje, a cidade está em festa, Festa popular, junina, Santo Antônio, São João e São Pedro usados, explorados comercialmente, politicamente... O escracho mais absurdo que se banalizou. Vende-se fé, comercializa-se voto, o povo vive o pão e circo, na festa que acoberta segundas intenções. Um filme que se repete aqui, ali, acolá, nos lugares mais simples, mais desenvolvidos, política vil e traiçoeira, ridiculamente primitiva. E pensar que estamos melhores que antes. E viva "SÃO JOÃO"!
segunda-feira, julho 19
Sentido
Isto não é lágrima, isto é sonho...
Uma lembrança que alaga...
Estou lágrima, vivi a dor do sonho!
Uma lembrança que alaga...
Estou lágrima, vivi a dor do sonho!
terça-feira, agosto 4
Saudades...
Saudade do sorriso espontâneo, sem preconceitos. O sorriso mais sincero, o mais sarcástico... Saudade do ácido político produzido por sua veia crítica moderna. Saudade da visão holística, da prática da metafísica, das certezas absolutas, das viagens introspectivas, das revelações divinas.
Ela está longe, e como faz falta...
Não mais abre a caixinha de Pandora numa noite de insônia e fica a escolher entre a luz e a sombra, e quando amanhece sente que o dia é sua noite e que a noite é sua busca mais profunda.
Ela está longe, e como faz falta...
Saudade das observações analíticas, dos conselhos com essência. Do brilho e vivacidade que cobriam sua aura. Uma luz infinita, lembranças do equilíbrio e calma.
Coração que pulsa dores místicas, angústia que anula, dizima sem piedade... O sonho morre, a dor prevalece...
Hoje ela morre, amanhã ressuscita...
porque é esse o único caminho... A dualidade infinita...
Saudades da poesia que tecia o amor como verbo intransitivo... Onde ela está? Por que está tão longe?
Hoje ela é lágrima, é vazio, é treva...
Hoje ela morre... Apenas morre...
Saudades...
Saudades de mim...
Saudade do sorriso espontâneo, sem preconceitos. O sorriso mais sincero, o mais sarcástico... Saudade do ácido político produzido por sua veia crítica moderna. Saudade da visão holística, da prática da metafísica, das certezas absolutas, das viagens introspectivas, das revelações divinas.
Ela está longe, e como faz falta...
Não mais abre a caixinha de Pandora numa noite de insônia e fica a escolher entre a luz e a sombra, e quando amanhece sente que o dia é sua noite e que a noite é sua busca mais profunda.
Ela está longe, e como faz falta...
Saudade das observações analíticas, dos conselhos com essência. Do brilho e vivacidade que cobriam sua aura. Uma luz infinita, lembranças do equilíbrio e calma.
Coração que pulsa dores místicas, angústia que anula, dizima sem piedade... O sonho morre, a dor prevalece...
Hoje ela morre, amanhã ressuscita...
porque é esse o único caminho... A dualidade infinita...
Saudades da poesia que tecia o amor como verbo intransitivo... Onde ela está? Por que está tão longe?
Hoje ela é lágrima, é vazio, é treva...
Hoje ela morre... Apenas morre...
Saudades...
Saudades de mim...
Essa coisa que não definimos nem dominamos e que nos leva como folhas ao vento, sopro involuntário em busca, sempre em busca da revelação dos mistérios.
É com ela e por ela que devemos:
Aprender com os erros, saber identificar o momento certo para refletir e retroceder, realizar uma análise mais profunda, ir ao âmago, fechar os sentidos, morrer de dentro pra fora, cessar a guerra, apagar o caminho certo, apenas intuir o único caminho.
É isso, esse é o caminho, a fórmula perfeita para se atingir o equilíbrio dos mundos, o profano, o divino, a maturidade mística. Uma metamorfose física e cósmica, uma viagem à célula divina, um banho de sombra e luz, visualizar a dualidade infinita.
Necessidade biológica, percorrer tal caminho, decisão que o livre-arbítrio ludibria e se esquiva, opção incorreta que atrai os mais cansados da luta, os mais conformados com as dores do corpo e da alma.
Mas, há aqueles que não desistem da busca, porque nascem predestinados a atingir o topo da montanha, que agem, se preciso, como águias arrancam penas, quebram garras, mas sobrevivem, mais se libertam.
Esse ego que age como racionalidade mórbida, conduz ao limite, a prática de atos vis, ausência de princípios, sinônimos para crimes hediondos. Alimenta-se de desgraças, coleciona armas psicológicas, semeia ervas daninhas, colhe espinhos e lágrimas...
Que fecunda sentimentos de destruição, ira, ódio, sede de vingança, um mixto de desejos capazes de secar a boca. Um ego poderoso, sombra de momentos profundamente tristes.
Mas, há aqueles que insistem com a cruz porque sabem que a paz interna está próxima...Que a boca seca só precisa de água pura. Essa fonte nunca seca, a centelha divina, moléculas acásicas.
Essa certeza mais que absoluta é a fonte da existência... Somos esse universo de sonhos, de ilusões, de buscas, de conquistas, de perdas...
Somos esse ego, somos esse eu divino, somos essa coisa indefinida, ser em construção, ser em ebulição!
Vivamos!
É com ela e por ela que devemos:
Aprender com os erros, saber identificar o momento certo para refletir e retroceder, realizar uma análise mais profunda, ir ao âmago, fechar os sentidos, morrer de dentro pra fora, cessar a guerra, apagar o caminho certo, apenas intuir o único caminho.
É isso, esse é o caminho, a fórmula perfeita para se atingir o equilíbrio dos mundos, o profano, o divino, a maturidade mística. Uma metamorfose física e cósmica, uma viagem à célula divina, um banho de sombra e luz, visualizar a dualidade infinita.
Necessidade biológica, percorrer tal caminho, decisão que o livre-arbítrio ludibria e se esquiva, opção incorreta que atrai os mais cansados da luta, os mais conformados com as dores do corpo e da alma.
Mas, há aqueles que não desistem da busca, porque nascem predestinados a atingir o topo da montanha, que agem, se preciso, como águias arrancam penas, quebram garras, mas sobrevivem, mais se libertam.
Esse ego que age como racionalidade mórbida, conduz ao limite, a prática de atos vis, ausência de princípios, sinônimos para crimes hediondos. Alimenta-se de desgraças, coleciona armas psicológicas, semeia ervas daninhas, colhe espinhos e lágrimas...
Que fecunda sentimentos de destruição, ira, ódio, sede de vingança, um mixto de desejos capazes de secar a boca. Um ego poderoso, sombra de momentos profundamente tristes.
Mas, há aqueles que insistem com a cruz porque sabem que a paz interna está próxima...Que a boca seca só precisa de água pura. Essa fonte nunca seca, a centelha divina, moléculas acásicas.
Essa certeza mais que absoluta é a fonte da existência... Somos esse universo de sonhos, de ilusões, de buscas, de conquistas, de perdas...
Somos esse ego, somos esse eu divino, somos essa coisa indefinida, ser em construção, ser em ebulição!
Vivamos!
domingo, janeiro 18
terça-feira, dezembro 9
Ontem, você veio, mas não me viveu.
Estava viva, me sentia viva, tanta coisa aconteceu, o tempo perdeu a exatidão óbvia, de passar, apenas passar. Pelo contrário, o tempo têm me feito refêm, escrava de ilusão.
Estava cheirosa, o cheiro da paixão, de quem sabe exatamente o que vai viver e que o cheiro vai atrair e seduzir e transportar...
Mas você, estando aqui, despido na minha cama, olhos pequeninos, cheiro de perguntas e anseios, não me viveu.
Não desejou a minha boca, não sorriu certezas. Tentou ser igual, sem perceber que consigo enxergar as diferenças.
Hoje, quero um sono profundo, dormir e me encontrar noutro plano. Despir meus sentimentos, me banhar na luz!
Estou cansada de ouvir a mesma canção, ler o mesmo livro, sorrir o mesmo sorriso!
Quero mais!
Quero gozar em sintonia com os deuses, romper com as limitações, chorar quando ficar de pileque por sentir saudade de alguém que amo e não me sentir ridícula por ser assim...
Amar de forma intransitiva e suficiente para contaminar a quem desejo.
Não temer o desejo, não cercear devaneios... Realizar desejos!
Hoje, quero um sono profundo, uma fuga estratégica, para jogar fora álbuns de retrato, momentos ridículos, vividos por uma aprendiz que precisa ser mais dedicada.
Estou cansada de esperar um milagre divino, deveria voltar a ser neófita de mim mesma, hoje sou um pedaço do que já deveria ser inteiro! Consciência divina é o que busco, mas confesso: tenho percorrido lugares sombrios. Erros cometidos pela ignorância que infelizmente, ainda percorre minhas veias primitivas.
Acredito nessa evolução de forma tal, que viveria tantas outras vidas para atingi-la, preciso de gotas omeopáticas dessa evolução...
Estou tão distante, tão apaixonadamente distante. Sentindo um prazer surreal em gozar de tantos privilégios cósmicos. Ainda na terra, sentindo o calor e o suor descer a minha tez rubra, apaixodamente rubra pelas descobertas da vida!
Ele já me disse coisas que queria ouvir, e nem tinha desejado...
mas, ontem, ele veio e não me viveu...
Estava viva, me sentia viva, tanta coisa aconteceu, o tempo perdeu a exatidão óbvia, de passar, apenas passar. Pelo contrário, o tempo têm me feito refêm, escrava de ilusão.
Estava cheirosa, o cheiro da paixão, de quem sabe exatamente o que vai viver e que o cheiro vai atrair e seduzir e transportar...
Mas você, estando aqui, despido na minha cama, olhos pequeninos, cheiro de perguntas e anseios, não me viveu.
Não desejou a minha boca, não sorriu certezas. Tentou ser igual, sem perceber que consigo enxergar as diferenças.
Hoje, quero um sono profundo, dormir e me encontrar noutro plano. Despir meus sentimentos, me banhar na luz!
Estou cansada de ouvir a mesma canção, ler o mesmo livro, sorrir o mesmo sorriso!
Quero mais!
Quero gozar em sintonia com os deuses, romper com as limitações, chorar quando ficar de pileque por sentir saudade de alguém que amo e não me sentir ridícula por ser assim...
Amar de forma intransitiva e suficiente para contaminar a quem desejo.
Não temer o desejo, não cercear devaneios... Realizar desejos!
Hoje, quero um sono profundo, uma fuga estratégica, para jogar fora álbuns de retrato, momentos ridículos, vividos por uma aprendiz que precisa ser mais dedicada.
Estou cansada de esperar um milagre divino, deveria voltar a ser neófita de mim mesma, hoje sou um pedaço do que já deveria ser inteiro! Consciência divina é o que busco, mas confesso: tenho percorrido lugares sombrios. Erros cometidos pela ignorância que infelizmente, ainda percorre minhas veias primitivas.
Acredito nessa evolução de forma tal, que viveria tantas outras vidas para atingi-la, preciso de gotas omeopáticas dessa evolução...
Estou tão distante, tão apaixonadamente distante. Sentindo um prazer surreal em gozar de tantos privilégios cósmicos. Ainda na terra, sentindo o calor e o suor descer a minha tez rubra, apaixodamente rubra pelas descobertas da vida!
Ele já me disse coisas que queria ouvir, e nem tinha desejado...
mas, ontem, ele veio e não me viveu...
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